Etc. e Tal.

O que é honra?

0 comentários
s.f. Sentimento de nossa dignidade moral:

Glória, estima que acompanham a virtude e o talento: 

Distinção, mercê, consideração: 

Reputação: 
Fazer honra, exaltar, elogiar:
S.f.pl. Distinções, dignidades: 


Recentemente, o "Programa do Jô", conhecido pela sua sutileza, humor, qualidade e referência de audiência no horário que é transmitido, levou os excelentes profissionais Tom Zé e Morais Moreira para a entrevista.

Nesta, por meio de um vídeo, um homem afirmou que o cantor e instrumentista Morais Moreira, quando junto dos Novos Baianos (seu grupo de anos atrás que contava também com Pepeu Gomes entre outros), usavam juntos a Bíblia para fumar maconha e que, quando chegavam ao livro de apocalipse a sensação era melhor.

A maconha é proibida no Brasil.

Jô, que abertamente, de acordo com o entrevistado, sempre parece titubear entre o respeito ou o deboche quando se trata de Deus e de religião, fez piada sobre o fato. Legitimou o ato. Afinal, você sabe, né: comportamento permitido é comportamento aprovado!

O Brasil hoje é um país que cada vez mais tem evangélicos protestantes, que tem a bíblia como seu norte, referência, algo sagrado.

É lógico que isso não iria passar em branco.

Leia-se o "lógico" por pressupor que os evangélicos nacionais primam pela honra da fé confessada e praticada.

O Ap. Renê Terra Nova imediatamente identificou um ataque contra o princípio da honra e já se mobilizou contra a atitude exigindo uma retratação do próprio Jô.

Não que os evangélicos precisem disso, mas a máxima "respeite para ser respeitado" pode estar em cheque nesse lamentável episódio.

Além de tudo, uma petição publica começa a ganhar força e assinantes sobre o caso. Confira ela aqui: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N17128

Em tempo, Jô que recentemente se viu em outro polêmico episódio junto ao humorista do Pânico que o imitava, segundo o vice presidente da RedeTV, em entrevista concedida no programa do Amaury Jr, perdeu aí uma ótima oportunidade de ser conhecido pelas novas gerações que não sabem nem quem é Jô Soares.

Pelo visto, o ótimo humorista vem perdendo grandes oportunidades de ficar calado ultimamente.

Veja abaixo os vídeos citados:
















Quer pirar?

0 comentários
Um post alucinógeno.


Investir custa caro...

0 comentários
A geração passada tinha o seguinte business model: uma renda, normalmente a do homem provedor, e uma mulher que ficava em casa cuidando da infinidade de filhos que a religião dizia que nós deveríamos ter.

Não éramos nós homens que mantínhamos as mulheres no lar, eram os filhos!

Casávamos cedo, tínhamos filhos cedo, e o fluxo de caixa virava negativo bem cedo.

Filhos são um investimento cada vez mais alta e valiosa, financeiramente falando.

Antigamente, custavam cerca de uns R$ 200.000,00 por filho.

Hoje, se incluirmos o fato de que vivem em casa até os trinta anos, com mestrado e tudo, o custo total passa dos R$ 800.000,00 até um milhão.

Quanto você tem investido em seu filho?

Quanto foi investido em você?

Sem investimento não há resultados...

Galvão no ringue

2 comentários



Galvão Bueno, o locutor das paixões nacionais, foi o responsável por, pela primeira vez na TV Globo, narrar o esporte que mais cresce no mundo: o MMA.

Arrastando cada vez mais milhões e ganhando hordas de fãs alucinados em terras tupiniquins, é lógico que a emissora, como empresa de excelência que é, não ia ficar de fora dessa.

Nas redes sociais ,os verdadeiros botecos do 'terceiro milênio' (quem viu a edição do UFC dessa noite sabe do que estou falando) aonde as pessoas se reúnem e trocam ideias, as reações são variadas.

Muitos internautas apreciaram a presença do narrador que mais suscita sentimentos nas massas, enquanto outros fizeram piadas com os mais variados bordões que o apresentador produziu na hora.

O inegável agora é que o UFC definitivamente está num caminho sem volta, o da popularização. Um dos responsáveis por isso, que colhe os louros dessa recém conquista é o atleta bem articulado, Vitor Belfort.

O fato em que a Globo pecou, mas que provavelmente será consertado em breve, foi comprimir todo o potencial do espetáculo.

O UFC é o que é por conta de suas particularidades como campeonato: emoção do início ao fim, praticamente toda semana têm decisão e a transformação dos lutadores em mitos. Contudo, a aposta da maior emissora brasileira em só transmitir uma parte do evento não cooperou para o espetáculo.

Parte da qualidade do evento está na forma em como ele se desenvolve, como vai gerando aquele friozinho na barriga dos espectadores por meio de highlights e das lutas preliminares.

Outro ponto também, que era muito bem usado pela ótima transmissão da RedeTV, era o uso do som ambiente e os espaços vazios que os locutores deixavam propositalmente na tentativa de que o artifício sonoro desse uma verdadeira ideia palpável do que acontece em volta do ringue.

De ruim, o que fica desse primeiro evento transmitido pela emissora carioca é a falta de cuidado e atenção com o tamanho e o potencial doe evento.

Perde o UFC, perde a Globo...

...E perde que não gosta do Galvão também.

Ao menos não tivemos que ouvir "Errrrgue os braços o juiz Mario Yamazaki" ao término do combate.

Qual a profissão mais importante para o futuro de uma nação?

0 comentários
Qual a profissão mais importante para o futuro de uma nação? O engenheiro, o advogado ou o administrador? Vou decepcionar, infelizmente, os educadores, que seriam seguramente a profissão 
mais votada pela maior parte dos leitores. Na minha opinião, a profissão mais importante para definir uma nação é o arquiteto. Mais especificamente o 
arquiteto de salas de aula.

Na minha vida de estudante freqüentei vários tipos de sala de aula. A grande maioria seguia o padrão usual de um monte de cadeiras voltadas para um quadro negro e uma mesa de professor bem imponente, em cima de um tablado. As aulas eram centradas no professor, o "lócus" arquitetônico da sala de aula, e nunca no aluno. Raramente abrimos a boca para emitir nossa opinião, e a maior parte dos alunos ouve o resumo de algum livro, sem um décimo da emoção e dos argumentos do autor original, obviamente com inúmeras honrosas exceções.

Nossos alunos, na maioria, estão desmotivados, cheios das aulas. É só lhes perguntar de vez em quando. Alguns professores adoram ser o centro das atenções, mas muitos estão infelizes com sua posição de ator obrigado a entreter por cinqüenta minutos um bando de desatentos.

Não é por coincidência que somos uma nação facilmente controlada por políticos mentirosos e intelectuais espertos. Nossos arquitetos valorizam a autoridade, não o indivíduo. Nossas salas de aula geram alunos intelectualmente passivos, e não líderes; puxa sacos, e não colaboradores. Elas incentivam a ouvir e obedecer, a decorar, e jamais a ser criativos.

A primeira vez que percebi isto foi quando estudei administração de empresas no exterior. A sala de aula, para minha surpresa, era construída como anfiteatro, onde os alunos ficavam num plano acima do professor, não abaixo. Eram construídas em forma de ferradura ou semicírculo, de tal sorte que cada aluno conseguia olhar para os demais. O objetivo não era a transmissão de conhecimento por parte do professor, esta é a função dos livros, não das aulas.

As aulas eram para exercitar nossa capacidade de raciocínio, de convencer nossos colegas de forma clara e concisa, sem "encher lingüiça", indo direto ao ponto. Aprendíamos a ser objetivos, a mostrar liderança, a resolver conflitos de opinião, a chegar a um comum acordo e obter ação construtiva. Tínhamos de convencer os outros da viabilidade de nossas soluções para os problemas administrativos apresentados no dia anterior. No Brasil só se fica na teoria.

No Brasil, nem sequer olhamos no rosto de nossos colegas, e quando alguém vira o pescoço para o lado é chamado à atenção. O importante no Brasil é anotar as pérolas de sabedoria.

Talvez seja por isto que tão poucos brasileiros escrevem e expõem as suas idéias. Todas as nossas reclamações são dirigidas ao governo - leia-se professor - e nunca olhamos para o lado para trocar idéias e, quem sabe, resolver os problemas sozinhos.

Se você ainda é um aluno, faça uma pequena revolução na próxima aula. Coloque as cadeiras em semicírculo. Identifique um problema de sua comunidade, da favela ao lado, da própria faculdade ou escola, e tente encontrar uma solução. Comece a treinar sua habilidade de criar consenso e liderança. Se o professor quiser colaborar, melhor ainda. Lembre-se de que na vida você terá de ser aprovado pelos seus colegas e futuros companheiros de trabalho, não pelos seus antigos professores.

Stephen Kanitz

Congresso em Boston

0 comentários
Assista online ao Congresso da Visão Celular em Boston clicando neste link pertencente ao blog "Mirav", de Boston.

Saiba um pouco mais sobre esse movimento que se expande além-mar aqui.aqui